No Mês da Cerveja, Petrópolis aposta no Complexo Bohemia, berço da cervejaria mais antiga em funcionamento no Brasil, com a experiência “Chave do Mestre Especial: O Lúpulo” nos dias 7, 8 e 9 de agosto.
Conhecida pelo patrimônio histórico e pela ligação com a monarquia brasileira, Petrópolis aproveita o Mês da Cerveja para reforçar outra de suas vocações: a de berço da cultura cervejeira nacional. A Cidade Imperial, na Região Serrana do Rio, reúne tradição, gastronomia e turismo em uma programação voltada aos apreciadores da bebida, tendo como um dos destaques o Complexo Bohemia.
Pioneirismo histórico
Fundada por D. Pedro II e escolhida como refúgio de verão da família imperial, Petrópolis concentra parte importante da história do país. O município abriga museus, palácios e casarões históricos e também foi palco de marcos da infraestrutura nacional, como a Estrada de Ferro Mauá, considerada a primeira ferrovia do Brasil, e a Estrada União e Indústria, apontada como a primeira rodovia pavimentada do país.
Essa tradição de pioneirismo também se estende ao universo cervejeiro: foi na cidade que surgiu, em 1853, a Cervejaria Bohemia, reconhecida como a mais antiga cervejaria em funcionamento do Brasil. Ao longo de mais de um século e meio, a marca ajudou a consolidar Petrópolis como um dos principais destinos da produção cervejeira nacional.
A experiência “Chave do Mestre Especial: O Lúpulo”
Hoje, o Complexo Bohemia é um dos principais atrativos turísticos da cidade. O espaço oferece um percurso imersivo que apresenta a história da cerveja no Brasil, o processo de fabricação da bebida, curiosidades sobre o universo cervejeiro e degustações de diferentes rótulos.
Durante o Mês da Cerveja, a programação ganha reforço com a experiência “Chave do Mestre Especial: O Lúpulo”, realizada nos dias 7, 8 e 9 de agosto. A atividade inclui visita guiada, quatro degustações comentadas e uma imersão sensorial dedicada ao lúpulo, ingrediente responsável pelo aroma e pelo amargor característicos da bebida.
Turismo de experiência na Serra
Programações temáticas como essa ajudam a sustentar a ocupação hoteleira da Região Serrana no inverno, período de maior procura pelo destino, e ampliam o tempo médio de permanência do visitante ao combinar roteiro histórico, gastronomia e turismo de experiência.
Por: Diário do Rio
