Mineradora: 5 anos
A Mineração Vale Verde (MVV) comemora este mês cinco anos de atividades em Alagoas. A empresa neste período a empresa gerou cerca de R$ 90 milhões em royalties para Alagoas, emprega atualmente mais de 1.200 pessoas, sendo 80% mão de obra contratada na região.
Economia local
A atividade de mineração da MVV no Agreste aquece também a economia na região Agreste, onde a empresa compra cerca de R$ 300 milhões de insumos. A atividade de extração de cobre contribuiu também com a balança comercial de exportação brasileira e hoje ocupa o 7º lugar no Brasil em exportação.
Sustentabilidade
A MVV nestes cinco anos de atividade conquistou 6 selos de reconhecimento como atividade que tem como prática em seus princípios a sustentabilidade, somados a interação e transparência junto a comunidade onde está inserida. A empresa continua firme no seu objetivo de continuar gerando emprego, renda e promovendo o desenvolvimento.
Morte de peixes-bois
O Ministério Público Federal (MPF) informou na manhã, que reuniu órgãos ambientais, pesquisadores, entidades da sociedade civil e representantes do poder público para discutir os resultados dos laudos elaborados após a morte de peixes-bois marinhos na região do município de Porto de Pedras, no Litoral Norte de Alagoas, e definir novos encaminhamentos para a investigação.
Exploração imobiliária
A reunião ocorreu na última sexta-feira (10). De acordo com o MPF, os exames identificaram alterações inflamatórias e evidências de exposição a diferentes contaminantes presentes na água, nos sedimentos e nos tecidos analisados. Fato recorrente, que só demonstra que o local atualmente está ameaçado com a degradação ambiental promovida pela exploração imobiliária.
Mortes
Em agosto do ano passado, os peixes-boi marinhos Netuno e Paty morreram no recinto de Porto de Pedras e um terceiro animal, chamado Assú, apresentou um quadro clínico grave e precisou ser transferido para Itamaracá, em Pernambuco. O recinto na cidade da Costa dos Corais alagoana precisou ser desativado temporariamente. O MPF vem cobrando esclarecimentos e investiga o caso.
Fim de um ciclo
As mudanças que vem ocorrendo com a construção de empreendimentos imobiliários na chamada Rota Ecológica vem impactando em todo ecossistema, causando a degradação ambiental, sem nenhuma contrapartida ambiental. Os esgotos continuam correndo pelas ruas das cidades de Porto de Pedras, São Miguel dos Milagres e Passo do Camaragibe. Uma realidade que se tenta esconder.
MPF
Segundo press release do MPF: “Embora os estudos não tenham identificado relação direta entre a contaminação ambiental e a morte dos animais, os resultados indicam exposição a agentes químicos e biológicos, reforçando a necessidade de ampliar o monitoramento ambiental e aprofundar as apurações sobre a qualidade ambiental do estuário do Rio Tatuamunha”.
