A Euroairlines e a Fastjet celebraram um acordo comercial que reforça a conectividade entre vários destinos da África Austral e Oriental, através da rede operada pela companhia aérea africana.
A parceria permite comercializar os voos da Fastjet sob o código FN e emitir os respetivos bilhetes através da placa IATA Q4 da Euroairlines, facilitando o acesso aos principais Sistemas Globais de Distribuição (GDS), como Amadeus, Sabre, Travelport, Abacus, Sirena, Travelsky e KIU, entre outros, bem como a mais de 75 mercados de agências de viagens através da plataforma BSP da IATA.
Segundo Antonio López-Lázaro, CEO da Euroairlines, “os voos da Fastjet passam a estar disponíveis através dos canais internacionais de distribuição da Euroairlines, facilitando o acesso das agências de viagens e dos passageiros a um conjunto mais alargado de destinos em países como o Zimbabwe, a Zâmbia e a África do Sul, numa altura que antecede a época alta do verão”.
O responsável acrescenta que a parceria está centrada no transporte de passageiros e reforça a estratégia de expansão internacional da Euroairlines, com especial enfoque nos mercados emergentes.
“A Fastjet é uma companhia aérea com uma sólida presença regional, um profundo conhecimento do mercado onde opera e uma equipa altamente profissional e experiente. Esta colaboração reforça a nossa proposta de valor para as agências de viagens e para os passageiros, ao incorporar novos destinos e facilitar ligações mais eficientes em África, complementando a sua rede com a dos nossos outros parceiros africanos, que são totalmente complementares”, reconhece Antonio López-Lázaro.
A integração da Fastjet – empresa fundada em 2012 e presente no Zimbabwe desde 2015 e que liga alguns dos principais destinos turísticos e económicos da região, incluindo Harare, Victoria Falls, Bulawayo, Joanesburgo e Lusaka – representa uma melhoria significativa da conectividade regional em África, permitindo combinar itinerários com maior facilidade e proporcionando acesso a destinos que, até agora, tinham menor visibilidade nos mercados europeus.
Esta expansão da rede surge também num momento estratégico para a indústria do turismo, coincidindo com a época alta do verão, período em que aumenta a procura por viagens internacionais e por destinos alternativos.
