A Delta Air Lines apresentou os resultados financeiros relativos ao segundo trimestre do ano, que ficaram marcados por um lucro antes de impostos de 1,2 mil milhões de euros, apesar da companhia aérea ter registado a “maior despesa com combustível” da sua história.
“Obtivemos um lucro antes de impostos de 1,4 mil milhões de dólares [cerca de 1,2 mil milhões de euros], mesmo absorvendo a maior despesa trimestral com combustível da nossa história, o que reflete a forte procura generalizada, a crescente preferência pela marca e o bom desempenho da base de receita diversificada”, congratula-se Ed Bastian, CEO da companhia aérea dos EUA.
De acordo com um comunicado da transportadora, no segundo trimestre de 2026, a Delta Air Lines registou uma receita operacional de 19,8 mil milhões de dólares [17,3 mil milhões de euros], que permitiu um lucro operacional de 1,9 mil milhões de dólares [cerca de 1,7 mil milhões de euros], com margem operacional de 9,4%.
“A Delta está a operar a partir de uma posição de força, e esperamos que esse ímpeto se mantenha no segundo semestre, com margens de dois dígitos e retorno ao crescimento dos lucros”, acrescenta Ed Bastian.
Os resultados positivos do segundo trimestre do ano levam a Delta Air Lines a manter as previsões que já tinha traçado para todo o ano de 2026, estimando o crescimento dos lucros em 20%, que devem superar o impacto negativo de milhares de milhões de dólares no preço do combustível.
“Isso reforça a resiliência da Delta e posiciona-nos para manter o nosso ritmo de crescimento em 2027”, refere ainda o CEO da Delta Air Lines.
