Enquanto todo mundo estuda inglês, um mercado bilionário espera quem fala português e russo: com salários em dólar e concorrência quase zero.
O comércio Brasil-Rússia chegou a US$ 10,9 bilhões em 2025, com projeção de alcançar US$ 15 a 16 bilhões nos próximos anos. BRICS expandido, fertilizantes, energia nuclear, tecnologia. A máquina está girando, mas falta gente bilíngue para fazer a ponte.
Empresas como Rosatom, VK, PhosAgro e dezenas de outras já contratam e o formato remoto torna o mercado acessível de qualquer lugar.
Quem estudar russo hoje entra num nicho aquecido com pouca concorrência. As pontes comerciais estão sendo construídas.

