As restrições de voo no Médio Oriente foram reduzidas pela Agência Europeia de Segurança Aérea (AESA), passando a recomendar que as companhias aéreas evitem o espaço aéreo correspondente às águas do Golfo Pérsico de países como o Bahrein, Kuwait, Qatar e Emirados Árabes Unidos, assim como à zona de Muscate, em Omã.
O mais recente Boletim de Informações sobre Zonas de Conflito (CZIB) da AESA, que foi emitido ontem, 31, e deverá vigorar até 30 de setembro, indica que a situação no Médio Oriente “permanece instável” e contempla “riscos adicionais no espaço aéreo dos países afetados”, pelo que continua a existir um “alto risco para voos civis em todas as altitudes e níveis de voo sobre as águas dentro do espaço aéreo em questão”.
